Imprensa, o quarto poder degradado e corrompido

A imprensa tradicional sempre tentou moldar o comportamento das pessoas à seu bel prazer, deturpando a realidade de acordo com seus interesses do momento.

Imprensa, o quarto poder degradado e corrompido

Em 1997 foi lançado o filme Mad City - O Quarto Poder, do diretor Costa Gravas, que reflete uma crítica aos bastidores das notícias e que nem sempre refletem a realidade de maneira fidedigna.

A ideia da imprensa em particular e posteriormente todas as outras formas de mídia como quarto poder surgiu a partir de meados do século 19 e se originou na tradição liberal britânica e influenciado pelo pensamento político inglês daquela época.

O conceito de equilíbrio entre os poderes, apresentado por Montesquieu e desenvolvido nos EUA, nos remete ao que conhecemos como o sistema de pesos e contra-pesos dos poderes Judicário, Legislativo e Executivo, tendo a imprensa papel meramente informativo e com o pressuposto de ser fiscalizada para não cometer abusos.

Já no Brasil, com o fim do poder moderador com o advento da República, a imprensa se arvorou em exercer esse papel, tendo um interferencia arbitrária na política do país como solucionador das causas de interesse do bem comum. Diferentemente da imprensa americana que se baseia na realidade dos fatos e na objetividade,  a imprensa brasileira assumiu um papel de intérprete da realidade.

A imprensa brasileira usufruiu por décadas desse papel, construindo e destruindo reputações e adaptando a realidade aos seus mais comezinhos interesses políticos e economicos. Um poder desse tamanho precisa necessariamente de freios, de fiscalização e eventualmente, de punição.

Nós tínhamos de uma certa maneira esse freio: a Lei de Imprensa, que punia de maneira pesada os crimes cometidos por jornalistas quando no exercício de sua profisssão. Mas com o poder nas mãos dos socialistas, essa Lei não foi recepcionada pela CF de 1988 e portanto abolida em 2009.

Reynaldo Carilo Netto, em artigo escrito em 2013, destaca o que naquele ano não parecia tão evidente para a maioria da população: "o quarto poder hoje é orientado por um feixe de grupos econômicos e financeiros planetários e de empresas globais. A revolução midiática agrupa uma imprensa centralizadora e por vezes totalitária, imprensa que já possui autonomia e autoridade e controla o fazer jornalístico, cinematográfico, editorial, como um tentáculo sem fim".

A mídia tradiciona atual, com raríssimas exceções, se tornou corresponsável, cúmplice mesmo, da corrupção, da implantação desse nosso socialismo tupiniquim e da degradação dos valores tradicionais que fazem uma sociedade avançar paulatina e positivamente.

Felizmente, com a massificação da internet e o advento das mídias socias e mais recentemente com o surgimento de uma mídia alternativa, voltada à direita e principalmente de cunho conservador, esse gigantesco poder está sendo conhecido e quebrado por pessoas de bem.

A eleição de Jair Bolsonaro deu um salto significado na massificação desse conhecimento e na quebra da hegemonia que a mídia detinha. E por consequencia, essa imprensa vermelha vem perdendo poder e dinheiro. A reação não poderia ser outra: na falta do que apresentar e na tentativa insana de preservar a condição de um quarto poder com a consequente recuperação das suas finanças e audiência ora em frangalhos, só resta à essa imprensa que nunca foi realmente benéfica para a população se ater à fofocas, mentiras, deturpações da realidade e dissimulações de toda sorte.

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Felizmente esse é caminho mais rápido para a derradeira bancarrota. Que viceje essa nova e vigorosa imprensa de Direita para defenestrar de vêz as gangues de corruptos metidos à sabichões instaladas nas falidas redações e fazer finalmente o Brasil caminhar para a frente.